4 lugares afetados pelo aquecimento global que você precisa conhecer

Eles sofrem com os impactos trazidos pelo aquecimento do nosso planeta. Conheça esses quatro lindos locais enquanto é tempo.

  
  
Vista do mar das Ilhas Maldivas, um paraíso na Terra.

O Aquecimento Global é uma realidade e negá-lo só o faz piorar. Hoje, felizmente alguns países estão realmente fazendo força para combatê-lo.

Trata-se de um problema tão grande e devastador que não afeta somente o meio ambiente, mas também diferentes meios da sociedade, como economia, política e até mesmo o turismo.

Existe, atualmente, vários países e ilhas que chamam a atenção pela possibilidade de desaparecer. Isso realmente pode acontecer se o aquecimento global se acentuar ainda mais e, consequentemente, o nível do mar subir, o que encobriria esses lugares de água. Por isso, vamos falar sobre quatro desses locais, que são lindos, mas precisam ser preservados.

Ilhas Maldivas, Oceano Pacífico

Como uma ilha, é um local plenamente afetado pelo aquecimento global. Calcula-se que 80% do local que fica no Oceano Índico tenha apenas um metro do seu território sobre a superfície do mar.

De acordo com o Quinto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), a água do mar que circunda a ilha poderia afundar o país em alguns anos.
Só nos últimos 100 anos, a altura do mar já ascendeu 20 centímetros em determinadas províncias da ilha.

A situação é tão crítica e séria, que a administração local considera adquirir um novo território para o seu povo. Não é brincadeira, não.

Tubarão baleia, umas das atrações das Ilhas Maldivas

Esse pequeno país Asiático, tem nas suas lindas praias o maior atrativo para visitá-lo, algumas pessoas, inclusive, comparam a beleza das suas praias e das suas águas cristalinas às águas de algumas praias caribenhas, como Cancun, por exemplo.

Seu cenário também é extremamente romântico e acolhedor, imperdível para curtir uma boa lua de mel ou apenas descansar depois de um ano estressante no trabalho.

Veneza - Itália

Veneza teve 10 cheias com mais de 1,40 metros de água desde 1950, o que compromete o futuro desta cidade.

Sim, a belíssima cidade italiana, que possui cerca de 260 mil habitantes, também é afetada pelo aquecimento global e pode deixar de existir para as futuras gerações.

Diversas inundações que ocorreram durante o século passado colocam em risco tesouros arquitetônicos consideráveis da cidade. Veneza teve 10 cheias com mais de 1,40 metros de água desde 1950, incluindo uma inundação devastadora em 1966, por isso é bom a cidade se preparar.

Estudos feitos pelo Scripps Institution of Oceanography da Universidade da Califórnia em San Diego apontam que a cidade afunda a uma taxa de 2 milímetros por ano. Você deve pensar que não é nada, mas, imagine que ao longo de cinco anos o local some mais um centímetro, e o panorama seguramente se torna inquietante para gerações futuras.

A famosa basílica de San Marco, passeio obrigatório!

São muitas as atrações para esse pequeno pedaço de terra, Veneza concentra em seu pequeno território a música, cultura, arte, romantismo e comida boa. Apesar de todas as atrações serem ótimas, existem duas que não podem deixar de serem feitas: conhecer a magnífica Basílica de San Marco e, claro, fazer o passeio de gôndola.

Roterdã - Holanda

A administração holandesa gasta perto de 1% da verba anual do país para o complexo de represas, dunas e paredões.

A Holanda é famosa por seus diques e barragens e graças à sua grande tecnologia e conhecimento o país consegue se manter sem ser inundando. A administração holandesa gasta perto de 1% da verba anual do país para o complexo de represas, dunas e paredões.

Mas, a Holanda sabe que não pode lutar eternamente contra a natureza e o foco atualmente é saber viver com a água, por isso muitas hidrovias são interligadas, assim o país pode concretamente trabalhar como uma ampla esponja e absorver fluxos súbitos de água.

Algumas áreas foram designadas como zonas de inundação, como a meca da arquitetura, por isso a Holanda já constrói casas que podem flutuar. Apesar de todas essas medidas, um dia a cidade pode ser surpreendida pelo aumento do nível do mar, então vamos aproveitar a cidade de Roterdã enquanto ela não é submersa pelo mar e pela irresponsabilidade humana.

As casas cubos, um projeto do arquiteto Piet Blom dos anos 70

Curtindo, por exemplo, sua famosa arquitetura futurística e extremamente arrojada. Caminhando pela cidade se percebe a beleza dos prédios e das avenidas, as construções altas e modernas, torres com tons fortes e marcantes e formatos inusitados, ou seja, um show de formas, cores e tamanhos.

Vale conhecer as casas cubos ou as Kubuswoningen, em holandês, um projeto do arquiteto Piet Blom dos anos 70, que foi a solução encontrada para construir casas em cima de uma passarela de pedestres. São quarenta domicílios convencionais que foram inclinados a 45 graus, algo realmente incrível.

Bangcoc - Tailândia

Cientistas calculam que Bangcoc afunda de 1,5 a 5 centímetros por ano

Bangcoc tem uma localização de extremo risco, ficando sobre o delta do rio Chao Phraya e está, aos poucos, afundando. Cientistas calculam que a cidade afunda de 1,5 a 5 centímetros por ano.

Além desse problema, a desorganização e o crescimento acelerado também contribuem para as enchentes, assim como no Brasil, várias casas vêm sendo construídas em lugares inadequados, o que facilita uma inundação.

A Tailândia possui um sistema monarquista e tem um rei como chefe de Estado, portanto a capital Bangcoc abriga essa figura em um suntuoso local, chamado de Grande Palácio. A antiga residência real, repleta de história, tesouros e beleza.

Wat Phra Kaew, uns dos templos budistas tailandeses.

Chinatown e Kao San Road são outros lugares que devem fazer parte de qualquer roteiro turístico, além dos belíssimos - e cheios de história - templos budistas, como o Wat Phra Kaew e o Wat Pho - o do Buda Deitado.

  
  

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