Comunidade de aventura e ecoturismo se encontra na Adventure Fair

A Adventure Sports Fair deste ano, como nas outras edições, além de representar uma grande oportunidade de negócios e disseminação de informações para o público não especializado é palco de reencontro da comunidade de aventura e ecoturismo. Pelos corredor

  
  

A Adventure Sports Fair deste ano, como nas outras edições, além de representar uma grande oportunidade de negócios e disseminação de informações para o público não especializado é palco de reencontro da comunidade de aventura e ecoturismo. Pelos corredores da Bienal, onde acontece a feira, é fácil avistar amigos de profissão aos comprimentos em pleno sentimento de satisfação do encontro casual. O bacana desse fenômeno, um evento catalisar pessoas de uma comunidade, são as discussões em torno do assunto aventura e ecoturismo que surgem desses mesmos protagonistas. Esse fato, é com provável certeza, o gerador de análises que remetem a uma melhora da qualidade de entendimento da área. Prova disso é o sucesso que as palestras do Adventure Congress vêm conseguindo entre os visitantes.

Sergio Salvatti: CBTS em prol do turismo consciente

Neste sábado aconteceram várias palestras importantes para fomentar tanto a área de aventura e turismo sustentável como a emergente necessidade de produção acadêmica para amparar tecnicamente o meio em questão. Em prol do ecoturismo, Sergio Salazar Salvatti, do WWF-Brasil, com sala cheia expôs todas as expectativas e formatações do recém criado Conselho Brasileiro de Turismo Sustentável (CBTS). Sinteticamente, Sergio levou ao público o conteúdo do projeto e as ambições de implementação. O Conselho está sendo encabeçado pelas Organizações Não Governamentais (ONGs) WWF e Fundação SOS Mata Atlântica. Para agitar os presentes, o diretor de marketing da Embratur, Marco Lomanto, palestrou em seguida apresentando o planejamento da Embratur para divulgação do Brasil no mundo. Ao final de sua fala ele apresentou vídeos de uma campanha publicitária que intui a promoção do país, embora na peça que pretende lançar o turismo de aventura no exterior haja uma ligeira confusão de conceitos.

Tim trouxe experiências da Nova Zelândia para os presentes da palestra

Outras palestras que movimentaram a participação público interessado e do trade de ecoturismo foram a dos neozelandeses Tim Sykes, da empresa de bungy jump Pipeline Bungy e Jo Straker, instrutora da Christchurch Polytechnic (Educação Outdoor) e Associação da industria Outdoor da Nova Zelândia. Tim ressaltou a preocupação com as questões de segurança na prática de esporte de risco e ainda destacou a importância do envolvimento necessário de todas as pessoas que participam do meio de aventura, inclusive governo. Já Jô, além de reafirmar as questões de segurança colocou como primordial para a formação de guias especializados, a participação dos mesmo em todo o processo da empresa que opera aventura. Ela disse ainda que o bom guia é aquele que gosta do esporte que pratica e o tem como atividade cotidiana. “O guia tem de praticar e conhecer profundamente o seu esporte”.

Giovanni Sacco: porque a procura pelos esportes de aventura

A última palestra do dia ficou por conta do montanhista Guilherme Sacco que apresentou a sua pesquisa intitulada “Motivações implicadas na procura do turismo de aventura e os efeitos psico-sociais”. A intenção de Guilherme é trazer ao tema esportes de aventura um estudo que responda o por quê da procura de pessoas comuns aos esportes radicais. Após as palestras os visitantes podem relaxar curtindo uma exposição de fotos que reúne vários fotógrafos de aventura, como Ana Paula Brasil, Guilherme Rocha, Ion David, entre outros.

Dose repetida: público continua prestigiando a feira
Depois das palestras exposição de fotos de aventura
  
  

Publicado por em

Adriana Tierno Magalhães Passos

Adriana Tierno Magalhães Passos

21/09/2008 14:41:30
Fui na feira pela primeira vez, adorei vou voltar todos os anos. Acho que vcs deveriam separar a feira (fornecedores e consumidores)