O Salão do Turismo Roteiros do Brasil superou todas as expectativas.

Até o sábado (04/06) o evento, que começou na última quarta-feira, em São Paulo, já contava com um público de 80 mil pessoas. “Com esse número e pela movimentação de hoje (domingo) dá para concluir que o Salão irá atingir a meta de 100 mil pessoas de púb

  
  

Até o sábado (04/06) o evento, que começou na última quarta-feira, em São Paulo, já contava com um público de 80 mil pessoas. “Com esse número e pela movimentação de hoje (domingo) dá para concluir que o Salão irá atingir a meta de 100 mil pessoas de público”, comemora o secretário nacional de políticas de Turismo, Milton Zuanazzi.

“Insisto em dizer que o Salão não é apenas um evento. Ele é parte da estratégia de um programa que permitiu trazer representantes dos 27 Estados para cá. A partir deste momento, o Brasil se tornou uma nação do turismo”, disse o secretário durante entrevista coletiva que ainda contou com a presença da diretora do Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico do Ministério do Turismo, Tânia Brizolla, do presidente da União Brasileira de Promotores de Feiras, José Rafael Guagliardi e, do coordenador do Núcleo de Estudos Avançados em Turismo e Hotelaria, Luiz Gustavo M. Barbosa.

Em alguns setores do evento, os números foram mais que positivos. Na área da Mostra Gastronômica, foram comercializadas, até ontem, 40 mil degustações.

Os pratos mais vendidos foram a carne de sol com farofa d´água, do Rio Grande do Norte (1,7 mil somente no sábado) e, o rubacão, da Paraíba. A área de venda de artesanato também bateu recorde. Até o sábado, dos 24 mil produtos à venda, 23 mil já haviam sido comercializados.

O Núcleo do Conhecimento – espaço para palestras e debates – contou com a participação de 5 mil pessoas. Na área cultural, o evento se mostrou uma eclosão de cores e ritmos, com suas mais de 60 apresentações culturais.

O Salão ainda gerou empregos. Contou com o trabalho de 5.206 profissionais na área da montagem, num total de 20 mil profissionais envolvidos no evento. O investimento total foi de R$ 25 milhões (Ministério do Turismo, Estados, Municipíos e parceiros).

O otimismo do secretário se traduz nos números positivos divulgados pela pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas durante os quatro primeiros dias do Salão. Segundo a pesquisa coordenada por Luiz Gustavo M. Barbosa, 82,6% do público que visitou o Salão disse que conheceu novos roteiros no evento. Outros 95,9% disseram que pretendem visitar a segunda edição do Salão.

Com relação à eficiência do evento em atender as expectativas desse público, 71% das pessoas entrevistadas disseram que estão totalmente
satisfeitas.

Com relação ao tipo de produto (destino) preferido dos visitantes, 36% dos entrevistados disseram que preferem os roteiros com sol e praia. Em segundo lugar ficaram os roteiros de ecoturismo, com 25,5% da preferência.

O roteiro cultural veio logo atrás, com 24,5% da preferência e 7,8% dos entrevistados disseram preferir os roteiros com festas populares.

“Os dados mostram números bem equilibrados. Esta é a primeira vez que os roteiros de sol e mar ficam com menos de 50% da preferência dos entrevistados. Esse número é importante porque mostra que o turista tem interesse por outros destinos. É claro que um país como o nosso litoral sempre vai ter o sol e mar como principal atrativo, mas é muito importante constatar esse desejo de consumo por outros roteiros”, analisa Zuanazzi.

Com relação aos negócios que podem se concretizar a partir do Salão, os números também são otimistas. A pesquisa da FGV mostra que entre compradores e vendedores dos 451 novos produtos turísticos, 93% disseram que, provavelmente, vão concretizar negócios.

Os compradores têm expectativa de negócios em 22,5 milhões de reais e, os vendedores,de 52,24 milhões para 2006. Durante a rodada de negócios houve dois mil agendamentos entre compradores e vendedores.

Fonte:FB Comunicações

  
  

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