Expo 2020: Brasil busca apoio da França

Além de Brasil, Rússia, Turquia; Tailândia e Emirados Árabes estão na disputa para sediar o evento.

  
  

O vice-presidente da República, Michel Temer, o ministro do Turismo, Gastão Vieira, o governador de São Paulo, Geraldo Alkimin, e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, reuniram-se ontem com o presidente da França, François Holland, para buscar o apoio francês para a candidatura de São Paulo à sede da Expo 2020.

A comitiva brasileira afirmou que os governos federal, estadual e municipal estão unidos pela defesa da capital paulista e ressaltou os investimentos já autorizados na cidade.

"Mostramos que São Paulo reúne todas as condições para sediar a exposição, destacamos a importância da cidade no cenário mundial e deixamos claro que todas as esferas de governo estão empenhadas na candidatura paulista”, afirmou o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

Além de Brasil, Rússia, Turquia; Tailândia e Emirados Árabes estão na disputa para sediar o evento. A escolha será divulgada até o fim deste ano.

Conhecida por deixar ganhos econômicos e sociais para as cidades que o sediam, o evento é realizado a cada cinco anos. O objetivo é reunir destaques da cultura e dos negócios de diversos países.

De acordo com a expectativa dos organizadores, cerca de 30 milhões de visitantes devem passar pela exposição durante os seis meses em que ela ocorrerá.

Entre os legados da exposição mundial está a Torre Eiffel, construída na edição de Paris, em 1889, e a revitalização das margens do rio Tejo, em Lisboa, Portugal. A próxima exposição ocorrerá em Milão, em 2015.

“Estamos otimista com o apoio francês, que é de extrema importância para a nossa candidatura”, destacou Gastão Vieira.

O Ministério do Turismo destinou mais de R$ 300 milhões para a capital paulista reformar o Centro de Exposição Anhembi, o autódromo de Interlagos e a construção da Cidade do Samba.

Além dos investimentos, a comitiva brasileira reforça a importância de São Paulo no contexto mundial, com as maiores comunidades japonesa, libanesa e italiana fora desses países.

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Fonte: MTur

  
  

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