ABIH manifesta apoio à classificação hoteleira

Presidente da associação de hotéis participa de evento, no qual está sendo discutida a matriz de classificação para equipamentos do tipo Cama e Café

  
  

“Temos que colaborar com o governo para que a classificação se torne realidade. Nós, da iniciativa privada, temos que fazer o processo dar certo”. A declaração é do presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Álvaro Bezerra. Álvaro esteve presente no seminário de discussão da classificação dos meios de hospedagem, no Rio de Janeiro.

O que está em discussão nesta quinta (08) é a matriz para a categoria Cama e Café, elaborada pelo Ministério do Turismo (MTur), em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) e a Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM). A nova matriz servirá para enquadrar os alojamentos Cama e Café no sistema identificado por estrelas (de uma a cinco), que será implantado em todo o país.

Foram convidados para o debate todos os segmentos interessados em contribuir no processo de qualificação e padronização da hotelaria brasileira. O MTur trabalha com oito matrizes, das quais três – hotel urbano, hotel-fazenda e resort – já foram objetos de debates e estão em consulta pública para receber contribuições da sociedade.

Terminologia para hotéis

Como parte do esforço para normalizar o turismo brasileiro, o país poderá ganhar uma norma técnica de terminologia para meios de hospedagem. O Ministério do Turismo iniciou entendimentos com o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) para viabilizar a realização do projeto.

O dispositivo definirá as características para o enquadramento dos diversos tipos de alojamentos, tais como hotel-fazenda, hotel urbano, cama e café, resort, entre outros. A notícia foi dada aos participantes do seminário onde se discute a nova matriz de classificação hoteleira para a categoria Cama e Café, que ocorre no Rio de Janeiro.

O Brasil optou por criar uma legislação própria, já que a normatização mundial não atende às especificidades do turismo brasileiro, que tem grandes diferenças regionais.

Fonte: MTur

  
  

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