Seguro oferece tranqüilidade em viagens

Imagine a situação: você está curtindo férias em Paris e, de repente, percebe que a unha do pé encravou. Além da dor, você ainda precisa encontrar um médico e explicar a ele o que está sentindo.

  
  

Imagine a situação: você está curtindo férias em Paris e, de repente, percebe que a unha do pé encravou. Além da dor, você ainda precisa encontrar um médico e explicar a ele o que está sentindo. Detalhe: você não fala uma palavra de francês e não tem nenhum plano de cobertura médica internacional. A história é fictícia, mas qualquer um está sujeito a imprevistos. Viajar amparado por algum plano de assistência é uma precaução que garante, pelo menos, mais comodidade na hora de algum aperto lá fora. E atendimento em português.

Cuidado para não se confundir com os nomes: há seguro-viagem e (cartão de) assistência internacional. Na prática, o primeiro cobre apenas as indenizações em caso de morte, invalidez ou extravio de bagagem. Já a assistência dá conta de outros serviços, como auxílio médico, odontológico e jurídico, entre outros. Ocorre que, normalmente, as empresas especializadas - como a Assist-Card (11-3146-8700), a Isis (11-3038-1555), a Travel Ace (11-2107-0300) e a World Plus (11-3259-4411) - oferecem o pacote completo, que inclui o seguro-viagem e todos os demais serviços.

Velho Continente

Fique atento: países como Alemanha, Espanha, França e Itália, entre outros signatários do Tratado de Schengen, podem exigir do turista uma assistência com a cobertura mínima de US$ 30 mil. “Isso ocorre porque em caso de problema de saúde de um turista o gasto é muito grande para o país, pois o estrangeiro será tratado nos hospitais públicos”, diz Roberto Roman, diretor executivo da Travel Ace. Já Andréa Pinotti, gerente nacional da Isis, alerta para o risco na hora de passar pela imigração sem a cobertura exigida. “Se não tiver um plano de assistência, a pessoa pode até ser deportada”, afirma.

O custo dessa prevenção é relativamente baixo em comparação com os transtornos que podem ocorrer. A Isis estima que uma perna quebrada nos Estados Unidos custe em torno de US$ 35 mil. “Sem falar que lá é praticamente impossível comprar remédio sem receita”, diz Sandro Fontana, gerente da World Plus.

Há diversos tipos de planos, com diferentes fins. É possível encontrar um básico, para despesas de até US$ 50 mil, a partir de US$ 32, para uma semana de cobertura. Vale lembrar que o preço do plano varia de acordo com o número de dias que a pessoa passará fora e com o valor escolhido para a cobertura de despesas. (AE)

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Fonte: Paraná Online

  
  

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