Duas novas companhias aéreas brasileiras devem começar a voar ainda este ano

Duas novas empresas aéreas nacionais devem começar a operar ainda este ano, comprovando que o aumento do número de brasileiros que usam o transporte aéreo continua estimulando o surgimento de novas companhias nacionais.

  
  

Duas novas empresas aéreas nacionais devem começar a operar ainda este ano, comprovando que o aumento do número de brasileiros que usam o transporte aéreo continua estimulando o surgimento de novas companhias nacionais. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o volume de passageiros transportados em voos domésticos entre janeiro e julho deste ano cresceu 6,57% em comparação ao mesmo período de 2008.

Anteontem (1º), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou a concessão operacional que autoriza a Sol Linhas Aéreas, de Cascavel (PR), a operar voos domésticos regulares de passageiros, carga e mala postal. Uma segunda empresa, a Nordeste Aviação Regional Linhas Aéreas (Noar), também já obteve a autorização de funcionamento jurídico, restando-lhe agora cumprir as exigências necessárias à obtenção do Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (Cheta) para poder começar a funcionar.

Embora o contrato de concessão que permitirá a Sol pedir rotas e horários de voos e começar a vender passagens ainda não tenha sido assinado, a empresa já anuncia em seu site que começará a voar ainda este mês. Para isso, funcionários foram contratados e treinados e um dos primeiros cinco aviões da frota da companhia já se encontra no hangar da empresa.

Inicialmente, a companhia planeja fazer a rota que atenderá as cidades paranaenses de Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu e Maringá. Na sequência, a empresa pretende estender o atendimento a outras cidades do estado, além de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul, de São Paulo, de Mato Grosso do Sul e do Paraguai.

Segundo a Anac, nos últimos cinco anos, outras nove novas empresas receberam concessões para operar voos domésticos regulares de passageiros, cargas e malas postais. A última delas havia sido a Azul, que começou a operar em dezembro de 2008. Outras duas companhias foram autorizadas a transportar apenas cargas e malas postais.

No mesmo período (2004/2009), quatro empresas perderam suas concessões operacionais por diferentes razões: Vasp, Varig, Rio Sul Linhas Aéreas e Nordeste Linhas Aéreas.

Questionada sobre notícias divulgadas nos últimos dias sobre a concessão de voos a uma terceira empresa, cuja sede ficaria em Brasília, a assessoria da agência disse não haver, até a tarde de ontem (2), nenhum pedido protocolado por uma empresa brasiliense no setor responsável por analisar os processos de concessão.

Fonte: Agência Brasil
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João

João

04/09/2009 13:25:28
Falta de rodovias boas, inexistência de malha ferroviária e falta ou más condições dos aeroportos. Não tem alguma coisa errada? Como exigir dessas empresas um bom serviço se não fazemos os deveres de casa?

Antoni A. Silva

Antoni A. Silva

04/09/2009 11:06:01
Gosraria que no Brasil tivesse mais trens, por todo pais
exatamente pra quem tem medo de aviao que e o meu caso.
Obrigado
Antonio Silva

Otavio Caravello

Otavio Caravello

04/09/2009 09:42:24
E um absurdo uma empresa aerea como VASP e VARIG, de renome internacional, perderem suas concesoes de voo por causa de descaso, é lamentavel, isto é Brasil, infelizmente.

Izaías Gome de Lima

Izaías Gome de Lima

04/09/2009 09:08:15
É bom saber que as autoridade estão agilizando as conceções as novas companhias, pois os preços das passagem podem baixar para nives mais toleraveis

Paulo Tambaqui

Paulo Tambaqui

04/09/2009 08:16:54
Sensacional, vai ajudar no barateamento das passagens. Pena que para a região Norte não contamos com empresas dispostas a atuarem na região, fazendo com que as passagens de cidades próximas dentro do próprio Estado, sejam mais caras do que quando se viaja entre Estados vizinhos.

Denner daniel ruiz

Denner daniel ruiz

04/09/2009 07:41:43
precisamos de concorrencia neste setor, acho que o usuario deste transporte ganha com nova oferta no mercado. acho valido.