Barco que resiste a altos impactos é lançado no Brasil

Construído com uma nova tecnologia que resiste a altos impactos e proporciona uma navegação suave e seca, mesmo em mares agitados.

  
  

A Smart Pier, empresa especializada em flutuantes e equipamentos náuticos, traz para o Brasil o primeiro barco com casco resistente a altos impactos, feito de polietileno retomoldado. O material, 100% reciclável, é uma espécie de plástico muito forte usado na confecção de tanques de combustível para automóveis e caiaques. Além de ser durável é resistente a raios Ultra Violeta.

“Comparado aos outros barcos desta categoria, o Pioner 17 é quatro vezes mais resistente e suporta altos impactos de pedras, recifes, entre outros obstáculos”, explica Fernando Kraljevic, gerente comercial da Smart Pier.

Resultado de um projeto norueguês, o barco tem seu casco com V profundo e proporciona uma navegação mais suave e seca, mesmo em mares agitados.

Em três cores disponíveis, branco, vermelho e amarelo e com 17 pés de comprimento (5,20m), o modelo custa a partir R$ 24 mil. Moldado em uma única peça (monobloco), o Pioner 17 pode suportar um tratamento bruto, temperaturas extremas como o frio de águas geladas e o calor da luz solar, tudo sem danos.

Pode ser equipado com motor de popa de 40 a 90 hp e capacidade de até oito pessoas sentadas. Seus diferenciais são: leveza (é mais leve que os convencionais), resistência, design, espaço, desempenho e preço.

“O barco pode ser utilizado para diversas finalidades, como passeios, esportes aquáticos (esqui e mergulho), serviços e pesca. Além de ter o melhor custo-benefício que os concorrentes, porque aliamos resistência a um preço acessível”, comenta Kraljevic.

Com um investimento inicial de R$ 1,2 milhão para ter o direito de fabricar o barco no País, a Smart Pier comercializou em 2010 mais de 70 embarcações e a perspectiva para 2011 é chegar a 250 unidades. O Pioner 17 é o primeiro de uma série deste tipo de barco. Neste ano será lançado mais duas versões da embarcação, o de 15 pés e o de 22 pés.

“A meta da empresa é atingir R$ 35 milhões em dois anos”, conclui Fernando Kraljevic.

Fonte: Érika Coradin

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