GT discute licenciamento ambiental para turismo náutico

Garagens e clubes, bases de charter, entrepostos, terminais pesqueiros e empreendimentos aquícolas – como píeres, decks e trapiches – terão legislação unificada e específica

  
  

O Brasil terá normas específicas para regularização e licenciamento ambiental de empreendimentos de apoio náutico. A proposta de resolução, que disciplina a implantação de marinas, garagens e outras estruturas náuticas, foi apresentada hoje ao Grupo de Trabalho (GT) de Turismo Náutico, reunido em Santos (SP).

“Existem várias leis disciplinando esta mesma matéria. A novidade é que estamos tratando especificamente de empreendimentos relacionados ao turismo náutico”, explica a coordenadora geral de Serviços Turísticos do Ministério do Turismo, Rosiane Rockenbach. Segundo ela, o GT tem importantes contribuições para o aperfeiçoamento da legislação, já que congrega entidades relacionadas com a atividade, como a Marinha, Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Associação das Empresas de Cruzeiros Marítimas (Abremar).

A minuta de Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que receberá sugestões do GT Náutico, é fruto de trabalho coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente. Para efeito da resolução, são considerados empreendimentos de apoio náutico as marinas, garagens e clubes náuticos, bases de charter, entrepostos, terminais pesqueiros e empreendimentos aquícolas como píeres, decks, trapiches e flutuantes utilizados como apoio às embarcações.

O GT Náutico, coordenado pelo MTur, é composto por representantes de órgãos federais como os ministérios da Marinha, Meio Ambiente, Trabalho, Justiça, Relações Exteriores, Transportes, agências reguladoras, secretarias de turismo, empresas e entidades do segmento náutico. A reunião prossegue até quinta-feira (25).

Fonte: MTur

  
  

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