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Arquitetura e acervo atraem visitantes ao Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte

O Museu de Arte da Pampulha (MAP) recebe anualmente cerca de 70 mil visitantes.

2 de Setembro de 2009. Publicado por Equipe EcoViagem  

O MAP é definido como um espaço que reúne diferentes movimentos e tendências da arte brasileira da segunda metade do século XX e um projeto arquitetônico singular

O MAP é definido como um espaço que reúne diferentes movimentos e tendências da arte brasileira da segunda metade do século XX e um projeto arquitetônico singular
Foto: PBH

Um espaço que reúne diferentes movimentos e tendências da arte brasileira da segunda metade do século XX e um projeto arquitetônico singular. Assim pode ser definido o Museu de Arte da Pampulha (MAP), que recebe anualmente cerca de 70 mil visitantes. O prédio projetado por Oscar Niemeyer, o acervo de aproximadamente mil obras criadas por Alberto da Veiga Guignard, Amílcar de Castro, Cildo Meireles e Franz Weissmann, entre outros artistas de renome, além dos jardins de Burle Marx são os principais atrativos de turistas brasileiros e estrangeiros. O MAP integra o conjunto arquitetônico e cultural da Pampulha, ao lado da Casa do Baile, da Igreja da Pam­pulha e o Iate Clube.

Periodicamente, as obras do acervo do MAP são expostas ao público, permanecendo por aproximadamente 60 dias. A próxima mostra será aberta em 19 de setembro, com o coletivo O Grivo, formado por Nelson Soares e Marcos Moreira, ambos com formação musical. O trabalho abrange concertos, instalações sonoras e performances, utilizando equipamentos eletrônicos de áudio e vídeo, captação de som e construção de máquinas sonoras. Além das performances ao vivo, O Grivo compõe trilhas para cinema, vídeo, dança e instalações.

Desde 2001, o museu adotou um novo modelo de curadoria, estabelecendo uma política de programação que privilegia a produção contemporânea, com ênfase nos trabalhos que de alguma forma dialogam com o espaço museológico e paisagístico da Pampulha - esculturas, instalações, performances e vídeo. A partir deste programa, já foram realizadas cerca de 60 mostras de artistas brasileiros e estrangeiros, sendo que 25 exposições contemplavam o trabalho de profissionais mineiros.

Integrada à estrutura do MAP, há uma biblioteca e um centro de documentação, inaugurados em 1996, com acesso ao público. O seu acervo conta com 6.800 exemplares, entre livros de artes visuais, história da arte, publicações do próprio museu, catálogos de exposições, periódicos, cartazes, folhetos e hemeroteca referente às artes plásticas e aos artistas mineiros.

História do MAP

O prédio foi construído na década de 1940, originalmente para ser um cassino. Com a proibição do jogo no Brasil, em 1947, o cassino deixou de funcionar e, em 1957, o espaço deu lugar ao museu que abriga obras de artistas plásticos modernistas e contemporâneos. O MAP nasceu como um espaço para receber e premiar as propostas de arte contemporânea das novas gerações, assim como para contribuir com a formação de uma mentalidade artística de vanguarda, marcando definitivamente a presença da modernidade em Minas Gerais.

O Museu de Arte da Pampulha fica na avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.585. O funcionamento é de terça-feira a domingo, das 9h às 19h. Mais informações pelo telefone 3277-7946 ou pelo e-mail map@pbh.gov.br.

Fonte: Secretaria de Turismo de Belo Horizonte

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