Distribuidores de filmes debatem classificação indicativa em São Paulo

O Ministério da Justiça classifica, em média, 10 mil obras audiovisuais por ano.

  
  

O Ministério da Justiça promoverá uma oficina sobre os critérios adotados para classificar as obras audiovisuais (cinema e vídeo) quanto à faixa etária.

O encontro entre os técnicos do ministério e representantes das produtoras e distribuidoras de filmes, será nesta terça-feira (08/6), em São Paulo. Também estarão presentes profissionais das emissoras de tevê.

A intenção da Classificação Indicativa, departamento do ministério responsável pela regulamentação, é provocar o debate e tornar transparente todo o processo, desde o pedido de classificação até a homologação.

Na oficina, que também aconteceu no Rio de Janeiro, na semana passada, os profissionais terão a oportunidade de esclarecer as dúvidas, sugerir e criticar o método utilizado e classificar, na prática, um curta-metragem, seguindo os critérios do novo Guia de Classificação Indicativa.

Segundo a secretária nacional de Justiça substituta, Izaura Miranda, o novo Guia foi fundamentado no direito à liberdade de expressão e no dever do Estado de proteger os direitos da criança e adolescente. Ela ressaltou a importância da classificação indicativa: - “É importante deixar claro, tanto às produtoras, emissoras e distribuidoras quanto à população, de que classificar não é censurar. Nós recomendamos, não obrigamos. Cabe aos pais e responsáveis escolher o que seus filhos vão acessar como entretenimento e diversão”.

O Ministério da Justiça classifica, em média, 10 mil obras audiovisuais por ano, com índice de aceitação que ultrapassa os 90%, tanto das empresas quanto da sociedade, segundo pesquisa do órgão.

Serviço:

Oficina de Classificação Indicativa

Data : 08/06/2010

Horário: 9h às 18h30

Local: Braston Hotel: Rua Augusta, 467, Consolação, São Paulo (SP)

Fonte: Ministério da Justiça

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