Projeto requalifica arquivos históricos do Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte (MG)

O objetivo é facilitar o acesso à pesquisa de funcionários, pesquisadores e demais interessados na história do MAP

  
  
O projeto, financiado pelo BNDES, está em fase final de execução

Documentos históricos de gestão, legislações, convites e cartazes de eventos e exposições, fotografias de artistas e das obras pertencentes ao Museu. Tudo isso é apenas parte do que estará à disposição do público com o novo Centro de Documentação do Museu de Arte da Pampulha (MAP), em Belo Horizonte (MG).

O projeto, financiado pelo BNDES, está em fase final de execução, e vem promovendo a identificação, higienização, acondicionamento, armazenamento e registro dos documentos arquivísticos do Museu. O objetivo é facilitar o acesso à pesquisa de funcionários, pesquisadores e demais interessados na história do MAP. Ao todo, serão catalogados mais de 30 mil documentos, que ficarão armazenados em uma sala climatizada. Segundo Fernanda Tozzo, coordenadora do projeto, o novo Centro de Documentação deve estar aberto às pesquisas a partir de julho. “O MAP é referência para a arte contemporânea no Estado, e estará, com este espaço, totalmente aberto e disponível para que as pessoas possam pesquisar e se envolver com este acervo representativo”.

Os arquivos do Museu de Arte da Pampulha foram divididos em seis séries. Os interessados poderão acessar o conteúdo nos segmentos: Museus e Cassino (documentos relativos à edificação e aos jardins, como plantas, históricos, documentos de gestão, restaurações e legislações); Eventos (convites, cartazes, fichas de pagamento, correspondências, relativos à shows, palestras, seminários e demais eventos produzidos pelo MAP); Salões (história de todos os Salões Municipais e Nacionais de Arte, desde 1938); Acervo Artístico (documentos e fotografias referentes aos artistas e às obras de arte pertencentes ao Museu); Exposições (catálogos, convites, fotografias, mídias eletrônicas, slides, hemeroteca, referentes à todas as exposições desde 1950); e Projetos do Museu: (documentos relativos aos projetos de museologia, curadoria, arte-educação e conservação-restauração).

“É um arquivo de perfil institucional, muito utilizado por funcionários do Museu e curadores de exposições, por isso é fundamental que ele permaneça dentro do MAP”, conclui Fernanda Tozzo. Ela ressalta ainda que as pessoas podem doar documentos relativos ao Museu para que estes sejam acondicionados nas condições ideais do Centro de Documentação.

A Pesquisa
Para preservar o material, a pesquisa aos arquivos será sempre acompanhada por funcionários do Museu. “O pesquisador terá que agendar uma visita, explicitando os motivos e o assunto a ser pesquisado”, explica Fernanda.

O projeto do novo Centro de Documentação contou com a participação de uma equipe técnica do MAP, além do acompanhamento do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte, no ajuste à Política Municipal de Arquivos e ainda na formatação dos arquivos em Séries.

Mais informações: Museu de Arte da Pampulha – (31) 3277-7946

Fonte: Prefeitura de Belo Horizonte

  
  

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