Um presente para a cidade: Centro de Cultura de Belo Horizonte é reaberto

O edifício agora se reintegra à vida cultural da capital mineira com a intenção de ser um espaço dedicado à memória e à diversidade cultural.

  
  
Centro de Cultura de Belo Horizonte é reaberto

Belo Horizonte ganhou na tarde de sábado, dia 12, data de seu aniversário, um belo presente: a reabertura do Centro de Cultura de Belo Horizonte, que fica na rua da Bahia, 1.149, no Centro. Inaugurado em 1914 e tombado pelo Patrimônio Histórico Estadual e Municipal, a unidade foi fechada em outubro de 2007 para se submeter a uma grande reforma, realizada pela Prefeitura, por meio da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap).

O edifício agora se reintegra à vida cultural da capital mineira com a intenção de ser um espaço dedicado à memória e à diversidade cultural. Exposições, palestras, seminários, mostras de filmes, biblioteca e internet sem fio integram a programação e o conjunto de serviços do centro. “A Prefeitura está em um bom caminho, vinculando a cultura e o turismo ao lado social. Esse é um ato muito bonito para comemorar o aniversário de 112 anos de Belo Horizonte porque todos ficaram um pouco mais ricos com essa reinauguração”, comentou o prefeito Marcio Lacerda.

Com essa visão, os projetos delineados para o Centro de Cultura de Belo Horizonte buscam a sua consolidação como um espaço que valoriza a cultura e a memória da cidade e que, por meio de suas ações, estimula a criatividade, a interação e a produção artística na capital. Ao mesmo tempo em que valoriza o investimento público e privado, a unidade busca fazer do espaço um local convidativo ao encontro, capaz de renovar a população e dinamizar sua vida econômica e cultural.

A presidente da Fundação Municipal de Cultura (FMC), Taís Pimentel, também comemorou a reinauguração do Centro de Cultura. “Esse é um espaço de referência para Belo Horizonte, que tem olhado para ele através dos anos e percebido movimentos diferentes aqui dentro. Este é um retrato da cidade que já não existe mais, mas que continua aqui graças aos esforços de todos”, disse.

Durante o evento de sábado, foi inaugurado o Projeto Ao Alcance do Olhar, que inclui a exposição “Ruy, Sete e Raul, Memórias de Praças do Hipercentro” propõe uma reflexão sobre as praças Ruy Barbosa, Sete de Setembro e Raul Soares, que são desde os primeiros anos da capital referências na paisagem urbana e na vida da população de Belo Horizonte. A mostra ficará em cartaz até o dia 31 de dezembro.

Centro Cultural São Geraldo

A Prefeitura também inaugurou no sábado, o Centro Cultural São Geraldo (avenida Silva Alvarenga, 548, bairro São Geraldo). Além da presença do prefeito Marcio Lacerda e de sua mulher Regina Lacerda, estiveram presentes na cerimônia o vice-prefeito Roberto Carvalho, acompanhado pela esposa Fátima Bittencourt, o secretário municipal de Políticas Urbanas, Murilo Valadares, e a presidente da FMC, Taís Pimentel, entre outros.

Obra do Orçamento Participativo, o centro cultural é um espaço voltado para o desenvolvimento de políticas públicas culturais. “Os centros culturais, ao lado das escolas, têm um papel muito importante dentro da sociedade. Temos que valorizar as nossas origens, nossa história porque foi ela que fez o que nós somos hoje”, disse Marcio Lacerda.

Coordenado pela FMC, o centro cultural, que recebeu investimentos de mais de R$ 1 milhão, possui uma infraestrutura adequada para diversas práticas culturais. Instalada em uma área de 480 metros quadrados, o centro possui um auditório multiuso, sala para oficinas, biblioteca com espaço de processamento técnico, sala de administração, almoxarifado, copa e hall para exposições.

“A cultura é o canal que o ser humano encontrou para expressar com algo maior do que se comunicar com as pessoas em torno dele. Através da cultura, a alma se comunica” definiu a mulher do prefeito, Regina Lacerda.

Fonte: Prefeitura de Belo Horizonte

  
  

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