Adventure Fair promove debate sobre Turismo de Aventura no Brasil

Dando continuidade ao Simpósio Certificação em Turismo de Aventura, foram debatidas nesta terça-feira, no auditório da Bienal do Ibirapuera, questões referentes à prática dos esportes de aventura de forma segura. Estiveram presentes Gustavo Timo, da Br

  
  

Dando continuidade ao Simpósio Certificação em Turismo de Aventura, foram debatidas nesta terça-feira, no auditório da Bienal do Ibirapuera, questões referentes à prática dos esportes de aventura de forma segura.

Estiveram presentes Gustavo Timo, da Brasil Aventuras Consultoria, José Zuquim, da BRAZTOA e Tasso Gadzanis, da ABAV. Uma das questões levantadas foi a atribuição de responsabilidades dos profissionais que atuam com turismo de aventura.

De acordo com o código do consumidor, a responsabilidade de qualquer dano causado ao ecoturista recai sobre o agente que vendeu o pacote e não sobre o operador que é quem fornece o serviço de forma nem sempre apropriada.

Para Gadzanis, essa legislação vigente prejudica os agentes que não têm como fiscalizar o trabalho realizado pelas operadoras com as quais atuam. No caso de um acidente quem arca com a indenização acaba sendo a agência que vendeu o pacote, livrando operadoras irresponsáveis de qualquer dano.

Na ocasião foi debatida também a importância da Certificação no Turismo.

  
  

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