Aventura rio abaixo com o boia cross

Atividade é garantia de lazer em família

  
  
Boia-cross

Os amantes da emoção optam pelos rios de corredeiras e por superar todos os obstáculos e pedras que ali são encontrados. Os mais pacatos e fãs de calmaria ficam nas águas mansas e nas áreas de remanso curtindo a fauna e flora das margens e terminam o passeio com um revigorante banho de rio. Não importa qual o seu objetivo, curtir momentos únicos em águas brasileiras é ainda mais divertido durante a prática do boia-cross.

Uma câmara de caminhão encapada é a matéria prima desta atividade de aventura que até hoje tem como seu grande charme a simplicidade de proporcionar ao praticante alguns momentos inesquecíveis ao ar livre, somente sentado como espectador da natureza em uma grande boia empurrada pela força das águas.

“Além de estar em contato com a natureza, o que mais gosto no boia-cross é a autonomia que a atividade me dá em controlar os movimentos da boia na corredeira. É muito relaxante curtir o cenário durante a descida”, avalia Daniel Ramirez, encarregado administrativo paulistano.

Oriundo do boia-cross, o aqua ride é outra modalidade bastante requisitada nas corredeiras do país. A diferença básica entre estas atividades é que o aqua ride se utiliza de um bote inflável especialmente concebido para a atividade, onde normalmente deita-se de peito, com o tronco apoiado na embarcação e os membros para fora. As mãos são usadas para remar e desviar de obstáculos; as pernas, para direcionar o caminho.

Alguns dos principais pontos do país para a prática são o Rio Jaguari, em Monte Verde – MG, os rios Cachoeira e Nhudiaquara, localizados respectivamente nas cidades de Antonina e Morretes, no Paraná, o rio São Pedro, em Glicério-RJ, rios Jacaré-Pepira, Jaguari e do Peixe, situados em Brotas, Pedreira e Socorro respectivamente, no rio Novo, no Jalapão, em Tocantins, e no Rio Formoso, em Bonito.

Ambas as modalidades podem ser praticadas por crianças e adultos, pois o que varia é o nível de dificuldade dos percursos. Os únicos pré-requisitos são saber nadar e ter a altura mínima pré-determinada pela empresa que oferece o serviço.

Um rápido treinamento é suficiente para começar a prática, contudo, é sempre importante se certificar de que a operadora de turismo é associada à ABETA (Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura), que trabalha para fortalecer o segmento e reforçar o potencial do Brasil para oferta segura e responsável de atividades de Ecoturismo e Turismo de Aventura.

Fonte: AD Comunicação & Marketing

  
  

Publicado por em