Brasil e Argentina firmam parceria em turismo de aventuras

Brasil e Argentina serão parceiros no desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas nas áreas de Turismo de Aventura, Gerenciamento de Parques Nacionais e Pesca Esportiva. Protocolo de intenções com esse objetivo foi assinado no 3º Simpósio de Certificaçã

  
  

Brasil e Argentina serão parceiros no desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas nas áreas de Turismo de Aventura, Gerenciamento de Parques Nacionais e Pesca Esportiva. Protocolo de intenções com esse objetivo foi assinado no 3º Simpósio de Certificação em Turismo de Aventura, que aconteceu durante a Adventure Sports Fair 2006, evento que mobilizou o empresariado latino-americano de turismo e esportes, entre 23 e 27 de agosto, em São Paulo.

A parceria busca a troca de experiências e de procedimentos de excelência nessa área, podendo resultar na transferência de modelos de um país para o outro, inclusive com a criação de um selo único de certificação em Turismo de Aventura, a partir da experiência brasileira. Outro modelo brasileiro que poderá ser utilizado pela Argentina é o de uso da pesca esportiva como ferramenta de preservação e inclusão social. Já a bem sucedida experiência argentino-chilena de administrar binacionalmente os parques nacionais deverá servir de modelo para o Brasil.

A secretária nacional de Programas de Desenvolvimento, Maria Luisa Leal, abre o Simpósio, uma iniciativa do Ministério do Turismo em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Turismo de Aventura (Abeta). Maria Luisa e Felipe Aragão Jr., presidente da Abeta, debaterão sobre "Programa Aventura Segura: Qualificação e Certificação em Turismo de Aventura".

O protocolo de intenções será assinado pelo secretário nacional de Políticas de Turismo, Airton Pereira, e o subsecretário de Turismo argentino, Daniel Aguilera, no início do painel "O produto Turismo de Aventura - Benchmarking internacional", no qual debaterá com o presidente da Braztoa, José Zuquim; o educador Cláudio de Moura e Castro; Massimo Desiati, da Abeta/Cannion Iguaçu, e representantes da Embratur.

"É fundamental trabalharmos esse tema juntos, com o objetivo de desenvolver critérios de certificação similares, a partir da experiência brasileira, em especial quanto ao reconhecimento internacional do uso de práticas específicas", explica Maria Luisa. "Nosso objetivo é consolidarmos uma assistência técnica recíproca, que nos leve ao fortalecimento do setor", continua Airton.

A coordenadora de Qualificação e Certificação do Ministério do Turismo, Tânia Arantes, participará do painel "Turismo de Aventura e Unidades de Conservação - forjando novas fronteiras", junto com Camila Rodrigues, do Ministério do Meio Ambiente; Valmir Ortega, do Ibama, e Israel Waligora, da Abeta/Ambiental. Ao todo, o simpósio teve 10 painéis e duas palestras, que aconteceram entre os dias 24 e 25.

Foram debatidos ainda os temas:

- "Normas, Regulamentos e Competitividade";

- "Turismo de Aventura e a interface com outros segmentos";

- "Grupos voluntários de Busca e Salvamento - aprendendo com as experiências, desenvolvendo novos conceitos";

- "A experiência de implementação das Normas Técnicas Brasileiras - casos práticos";

- "Turismo de Aventura, Destino Brasil - como o mundo vê o Brasil e como o Brasil se promove";

- "Importância do Associativismo para o desenvolvimento do Turismo de Aventura"

- "A Imprensa e o Turismo de Aventura".

Silvia Basile, da Associação Férias Vivas, fez a palestra "Consumidor consciente no Turismo de Aventura"; Dadá e Mauro Brucoli, da Aventura Especial, falaram sobre "Turismo de Aventura e Acessibilidade - Projeto Aventureiros Especiais".

Fonte: Ministério do Turismo

Del Valle Editoria
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