Kitesurfe integra ar e água em atividade de aventura

A brincadeira lúdica da pipa elevada ao alto grau de aventura e interação com a natureza: essa é a encantadora receita do kitesurfe. A atividade que alia a força dos ventos com surfe e manobras sobre as águas tem atraído cada vez mais praticantes

  
  

A brincadeira lúdica da pipa elevada ao alto grau de aventura e interação com a natureza: essa é a encantadora receita do kitesurfe. A atividade que alia a força dos ventos com surfe e manobras sobre as águas tem atraído cada vez mais praticantes ao redor do mundo.

Quanto mais exuberante, ampla e com vento é a praia, maior a chance de se praticar a modalidade. E no Brasil opções são faltam. Jericoacoara e Camocin no Ceará, Morro de São Paulo, na Bahia, Maceió, em Alagoas, Ilhabela, em São Paulo, e a Praia da Santinha, no Rio Grande do Sul, são ótimas opções.

Para quem prefere curtir a atividade em água doce, o Lago Paranoá no Distrito Federal e a Lagoa dos Barros no Rio Grande do Sul também são ideais para a aventura. De Norte a Sul do País a diversão é garantida, mas não se esqueça de usar os equipamentos de segurança.

Onde há a atividade há imagens belíssimas de pipas flutuando no mar e interação com a natureza. Para praticar é recomendado fazer um curso que já é oferecido em vários pontos do litoral brasileiro. Com 10 horas, em média, é possível aprender as técnicas básicas.

No início, o aluno vai para a água sem a prancha para entender como funciona o kite e aprender a controlá-lo. Depois, é somado o desafio de se equilibrar sobre a prancha com a pipa junto. “No início, a maior dificuldade é aprender como controlar a pipa lá no alto e, ao mesmo tempo, se equilibrar em cima da prancha. O coração dispara!”, aponta Edgar Salles, vendedor de Ilhabela (SP).

Fonte: AD Comunicação & Marketing

  
  

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