10 dicas para o intercâmbio ser um sucesso

O pré-requisito para estudar fora é estar aberto para novas experiências, descobrir o mundo e se autodescobrir

  
  

Fazer um intercâmbio é uma experiência inesquecível, mas que gera uma ansiedade natural e um receio de não se adaptar.

Para evitar qualquer frustração, a gerente de produtos da CI, maior empresa de intercâmbio e turismo jovem do país, Luiza Vianna, dá algumas dicas para quem vai viajar para o exterior:

1) Quanto maior a antecedência, melhor! Quem começa a programar a viagem 6 meses a 1 ano antes consegue tarifas aéreas mais baratas, condições especiais para pagamento do programa e tempo suficiente para aplicar para o visto com antecedência, quando necessário;

2) Pesquise o máximo possível sobre o país e cidade que pretende ir. Conhecer o clima, a temperatura média no período do ano que você estará lá e um pouco da cultura é fundamental para não se decepcionar quando chegar no lugar;

3) Defina qual acomodação combina mais com o seu estilo. Homestay ou residência estudantil. Em casa de família, o intercambista pode vivenciar mais a cultura e os hábitos do país. Na residência estudantil, vai estar mais próximo da escola, na maioria das vezes, e em contato direto com outros estudantes;

4) Evite conviver com tantos brasileiros no exterior. Para aprimorar o idioma e fazer uma imersão cultural, é melhor estar em contato com pessoas que falam o idioma que o estudante está empenhado em aprender. “Só praticando o máximo possível que a pessoa vai alcançar a fluência em outra língua”, alerta Luiza;

5) O lugar ideal para fazer intercâmbio é aquele que mais combina com o seu perfil. Se o local é frio ou quente; se prefere uma cidade pequena ou grande. São algumas questões que devem ser respondidas antes de definir a cidade para onde vai. “O ideal é escolher uma cidade que tenha haver com o seu estilo de vida, hobbies e preferências”, sugere;

6) O choque cultural é um dos principais desafios de quem faz intercâmbio. Horas de viagem para chegar em um lugar diferente e sem pessoas conhecidas, geram uma sensação de medo e ansiedade. “Esses sentimentos são normais, cada pessoa tem o próprio período de adaptação. O que importa é lembrar que é apenas uma fase e que logo o mais difícil será voltar para casa”, explica Luiza;

7) O dia a dia de um intercambista é cheio de novidades. No período em que estuda, o intercambista conhece pessoas de várias partes do mundo e participa de atividades que promovem a interação social. No tempo livre, pode explorar a cidade, os pontos turísticos e estreitar as relações com os alunos da escola. “Essa convivência será o início de grandes amizades”, afirma a gerente;

8) Maturidade. “O intercambista precisa avaliar se já tem maturidade para se virar sozinho em um país estranho. Quando o adolescente viaja nos grupos oficiais da CI, por exemplo, o monitor fica com o grupo do início ao fim da viagem, além de uma Central de Atendimento que funciona sete dias por semanas para prestar qualquer auxílio”, ressalta;

9) O programa certo de intercâmbio é aquele que mais tem a ver com você. Um semestre de High School, um curso para ficar fluente no idioma da sua preferência, um trabalho voluntário em projetos sociais e ambientais são algumas das opções.

10) O pré-requisito para estudar fora é estar aberto para novas experiências, descobrir o mundo e se autodescobrir. “Quando viajar, desligue a sua cabeça do que ficou no Brasil. Conheça novas pessoas, construa outras amizades e aprenda o que há de melhor em outra cultura para que retorne com novos valores”, defende Luiza.

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Fonte: Kauana Neves

  
  

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