A morena do Centro-Oeste

A capital do Mato Grosso do Sul completa 112 anos e é considerada um dos mais importantes polos econômicos, sociais e turísticos da região.

  
  
Dentre os atrativos de Campo Grande é o Memorial dos Povos Indígenas, onde é possível conhecer a comunidade de índios e o artesanato produzido por eles

Grandes extensões de campos verdes e água em abundância. As condições eram ideais para o avanço do pasto, em pleno Centro-Oeste brasileiro, em fins do século 19. Mas o que deveria ser só uma empreitada econômica tornou-se o lar de mineiros, imigrantes europeus, libaneses, armênios, japoneses e brasileiros de diferentes estados que, juntamente com os índios locais, ajudaram a compor o mosaico cultural da capital do Mato Grosso do Sul (MS), Campo Grande, que completa 112 anos.

A cidade morena, apelido dado graças às porções de terras roxas e vermelhas, a cidade está localizada no centro do estado e é considerado um dos mais importantes polos de atividade econômica, social e turística na região, sobretudo, porque o MS já foi integrante do estado do Mato Grosso – isso até o desmembramento, em 1977.

A diversidade da “morena do Centro-Oeste” traz, dentre os atrativos turísticos, uma cozinha regional eclética, que reúne ingredientes típicos do Brasil e da culinária dos imigrantes. Uma mistura que pode ser conferida na Feira Central de Campo Grande, localizada nas proximidades da Estação Ferroviária, e que funciona às quartas-feiras e nos fins de semana. Na feira também é possível conhecer comprar o artesanato local e os importados do Paraguai.

Planejada – A organização da infraestrutura, arborização e grandes áreas verdes garantem uma sensação térmica mais amena. As altas temperaturas acabam se tornando mais um convite para agitar o corpo e desbravar todos os cantos da cidade, como o Parque das Nações Indígenas, conhecido pela bela visão do pôr-do-sol e por suas áreas para prática de esportes, além de ser cortado por um lago.

Outra parada obrigatória é o Memorial dos Povos Indígenas, onde é possível conhecer a comunidade de índios e o artesanato produzido por eles. Esses atrativos integram o city tour, percorrido por ônibus de dois andares com acompanhamento de guia.

Para quem valoriza o conhecimento histórico, o Trem do Pantanal, reativado em 2009, faz o transporte de passageiros de Campo Grande até Miranda. A linha foi inaugurada em 1914, chegando á Corumbá, em 1953. Seu apogeu foi nos anos 60, 70 e 80 e, com a reativação, é possível reviver essa parte da história de Campo Grande.

Fonte: MTur

  
  

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