Parabéns, Porto Velho!

Capital de Rondônia comemora 98 anos com extensa programação para moradores e visitantes

  
  
Uma das maiores representantes da identidade cultural brasileira, a cidade preserva influências históricas em sua gastronomia, expressões idiomáticas, vestimentas, música e nos hábitos do dia a dia

capital de Rondônia, Porto Velho, comemorou mais um aniversário. Uma das maiores representantes da identidade cultural brasileira, a cidade preserva influências históricas em sua gastronomia, expressões idiomáticas, vestimentas, música e nos hábitos do dia a dia. É um prato cheio para moradores e visitantes se divertirem sem ter que se preocupar com a hora de voltar para casa.

Um dos principais pontos turísticos é a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Ela foi construída entre 1907 e 1912 – e, antes disso, carregava o mito de que seria impossível finalizar a obra após duas tentativas frustradas. É conhecida também como Ferrovia do Diabo, por ter perdido milhares de trabalhadores devido a doenças e acidentes de trabalho. Essas e outras histórias podem ser conferidas no Museu da Estrada de Ferro, localizado na Praça da EFMM, que reúne diversos pertences e objetos usados na construção da ferrovia.

Outro local muito visitado são as três Caixas D’Água. Edificadas pelos ingleses, entre 1910 e 1912, serviram para o abastecimento da cidade até o ano de 1957. No Natal, ganham iluminação especial e hoje fazem parte da identidade de Porto Velho, figurando no brasão e bandeira da cidade. Elas têm capacidade para 200 mil litros, e estão localizadas na praça de mesmo nome que, todos os dias, viram palco para os artistas locais exporem suas artes.

O visitante não pode deixar de conhecer também a locomotiva Coronel Church, a primeira máquina trazida para a Região Amazônica, em 1872, e a Igreja de Santo Antônio do Rio Madeira. Quem chega a Porto Velho também tem uma boa opção para a pesca esportiva bem perto da capital, a 30 km: a cachoeira Teotônio, no Rio Madeira, é uma queda d'água periódica, nascida a partir das vazantes do Madeira.

A culinária é uma atração à parte. O peixe é o prato principal: não deixe de provar a caldeirada de tambaqui, o pirarucu à casaca ou o dourado na brasa com molho de castanhas-do-pará. Para a sobremesa, deliciosas especiarias são facilmente encontradas nos restaurantes da cidade, como bolo de macaxeira, pudim de tapioca, bombons de castanha-do-pará e tapioca com coco.

O artesanato fica por conta das etnias indígenas Caritianas e Pacaás-Novos, que fazem cestarias em palha e fibras vegetais e peças em madeira e argila, como flechas, paus-de-chuva, chocalhos e tambores. A Casa do Artesão é um local a ser visitado e funciona como ponto de apoio às iniciativas do gênero.

Fonte: MTur

  
  

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