Rota do Mar e das Montanhas: aconchego e diversão

As cidades que compõem a Rota do Mar e das Montanhas são: Vitória, Viana, Domingos Martins, Marechal Floriano e Venda Nova do Imigrante (ES).

  
  

A combinação distinta do mar e das montanhas se entrelaça em um roteiro imperdível e rico em aventura, história, cultura, e muita diversão. As peculiaridades de cada município são reveladas através das praias, das cachoeiras, da culinária e principalmente das diferenças climáticas encontradas na Rota do Mar e das Montanhas.

O visitante pode apreciar as praias ensolaradas e saborear a típica moqueca capixaba e, em apenas 40 minutos, desfrutar o aconchego das montanhas com direito a pratos alemães e italianos. Esse circuito propõe o resgate histórico e o conhecimento de uma cultura peculiar trazida por imigrantes de cada região. As cidades que compõem a Rota do Mar e das Montanhas são: Vitória, Viana, Domingos Martins, Marechal Floriano e Venda Nova do Imigrante.

Vitória

Imagem da Ponte, em Vitória

Vitória é mar, lazer, porto, natureza, ilha, negócios, eventos, gastronomia e muito mais. É o centro e o símbolo da história, cultura e economia do Espírito Santo. A bela capital do Estado tem muito que mostrar, é a terceira mais antiga do país, fundada em 8 de setembro de 1551.

A deliciosa ilha possui 105 km² de praias, parques e um rico patrimônio histórico cultural. A parte histórica se concentra no centro da cidade, onde se podem apreciar belas construções do período colonial, como o Palácio Anchieta, construído no século XVI pelos jesuítas; a Catedral Metropolitana, com os seus belíssimos vitrais e o Teatro Carlos Gomes.

As praias da Curva da Jurema, Ilha do Boi e Ilha do Frade têm águas calmas, cortadas por rochedos. Há também a praia de Camburi, com mais de 6 km de calçadão e espaço para práticas esportivas. Com 91 m² de área verde por habitante, Vitória tem 12 parques e reservas ecológicas com trilhas e espaços para as atividades físicas e culturais.

O turismo de negócios e eventos vive seu melhor momento em função da sua localização estratégica; que fica muito próxima aos grandes centros urbanos; da profissionalização do receptivo, dos novos hotéis e restaurantes, além da formação da mão-de-obra especializada e a hospitalidade do povo capixaba.

A capital capixaba ainda oferece uma noite de muito charme e opções. No circuito de bares e restaurantes da Praia do Canto, Jardim da Penha, Orla de Camburi e Ilha das Caieiras, o visitante pode apreciar pratos sofisticados da culinária internacional e da culinária local, como as tradicionais Moqueca Capixaba e a Torta Capixaba, preparadas em panelas de barro. Possui espaços aconchegantes e interessantes, onde se pode aproveitar a noite, seja para apreciar sua culinária, seja para atravessar a madrugada numa pista de dança.

Viana

Igreja Nossa Senhora da Conceição, em Viana

O agroturismo é destaque na região metropolitana de Viana e atrai pessoas que procuram algo tranqüilo, rústico e emocionante. Os produtos típicos como geléias, doces, biscoitos, licores e vinhos fazem parte da tradição e contribui para a economia local.
O município histórico possui uma cultura ampla com imigração de italianos, portugueses e alemães, e a interação com os povos indígenas e com os negros. Esse sincretismo possibilitou um local de diversas atrações. A cidade possui o Museu Ferroviário, construído em 1895, a Casa da Cultura com acervo fotográfico e objetos que retratam momentos e sintetizam a história do município.

Ao passar em Viana vale a pena conhecer os casarios antigos e caminhar pelos sítios, que em sua grande maioria estão abertos à visitação. Apesar de ser uma cidade antiga com características de interior, Viana também possui cachoeiras, treeking, vôo livre, trilha e motocross, ideal para quem gosta de esportes radicais.

Domingos Martins

Domingos Martins, distante apenas em 42 minutos da capital Vitória

Clima agradável, exuberantes paisagens, comidas típicas e povo acolhedor, em apenas 42 minutos da capital Vitória, Domingos Martins, possui desde o conforto das montanhas até os requintados pratos de origem alemã e italiana. O município ainda mantém fortes traços de seus antepassados que podem ser observados na culinária, na cultura, no artesanato e na arquitetura.

Com uma excelente infraestrutura em hotéis e pousadas, o local é hoje conhecido nacional e internacionalmente e recebe um grande número de turistas durante o ano, especialmente quando chega a temporada de inverno. Dois eventos importantes realizados nessa época do ano são o Festival Internacional do Vinho e o Festival de Inverno.

Além das belezas naturais, o visitante pode praticar diferentes tipos de esportes, como trilhas, rapel nas cachoeiras, passear a cavalo por lindas paisagens e se aventurar num emocionante rafting pelas corredeiras do Rio Jucu.

Marechal Floriano

Com a chegada dos imigrantes alemães e italianos, Marechal Floriano foi o primeiro núcleo de colonização capixaba. Hoje os centros culturais da cidade, as igrejas e os monumentos resgatam essa interessante história, já que os restaurantes apresentam pratos deliciosos e diversificados com a combinação dos imigrantes europeus. O clima frio das montanhas contribui para a visita ficar ainda mais surpreendente.

Os grupos de dança e de música da região fazem apresentações por todo o país e preservam as tradições dos colonos de trazer esperança e progresso para as novas terras, que hoje predomina a agricultura familiar com o cultivo de café, legumes, hortaliças e a criação de frangos.

Marechal Floriano também possui uma natureza exuberante. Há várias espécies de orquídeas em volta da cidade, além dos orquidários. A paisagem é privilegiada e do alto do Mirante do Restaurante Grossmutter é possível ter uma vista panorâmica de Vitória, Vila Velha e Guarapari. O pôr-do-sol é deslumbrante e inesquecível.

Venda Nova do Imigrante

O agroturismo tem marca registrada em Venda Nova do Imigrante. Os produtos típicos como geléias, embutidos, doces e biscoitos, e as belezas naturais também são atrativos da região colonizada por italianos. Apesar de ser uma cidade moderna, Venda Nova do Imigrante ainda é tranquila e possui marcas da antiguidade presentes, desde os traços fisionômicos, até alguns pelos costumes da população, que são “passados de pai para filho”. Um exemplo é a típica polenta, trazida pelos italianos e que hoje atrai vários turistas para conhecer a Festa da Polenta. Comemorada uma vez ao ano a festa atrai cerca de 30 mil turistas e intensifica o desenvolvimento do município.

Em Venda Nova também há o Projeto Amigo Jequitibá, destinado a preservar a Mata Atlântica. O trekking e voo livre são praticados no local por aqueles que procuram um pouco de aventura. A natureza e o ar puro também são propícios para quem pretende relaxar e desfrutar desta cidade calma e acolhedora.

Para ver e se divertir:

Vitória

Capela de Santa Luzia: Imóvel mais antigo da cidade, construído antes de sua fundação. Possui uma galeria de arte desde 1976.

Museu de Artes do Espírito Santo: O único do Estado dedicado exclusivamente às artes visuais. Funciona em um prédio neoclássico, construído em 1925.

Catedral Metropolitana: Em estilo neogótico, com vitrais valiosos, foi construída no século XX. Em seu subsolo há uma capela onde estão enterrados os bispos do Espírito Santo.

Basílica de Santo Antônio: Construído na década de 60, possui três cúpulas. A arquitetura é em estilo barroco, sendo uma réplica de um templo italiano do século XVI consagrado a Maria, na cidade Todi.

Palácio Anchieta: Construção jesuítica do século XVI, abriga desde o século XVIII a sede do governo estadual. De frente para o mar, com vista para o Porto de Vitória, o prédio guarda o túmulo do Padre José de Anchieta e é uma das sedes de governo mais antigas do Brasil.

Theatro Carlos Gomes: Construído em 1927 e projetado pelo arquiteto italiano André Carloni que se inspirou no teatro Scala de Milão, Itália. A cúpula de estilo neo-=renascentista italiano foi feita pelo artista plástico capixaba Homero Massena.

Praia de Camburi: A mais conhecida da cidade, com cerca de 5km, é ideal para a prática de esportes, como vela e pesca oceânica.

Curva da Jurema: Ao longo dos 800m de sua faixa de areia, o visitante pode admirar a paisagem, confortavelmente instalado em um dos muitos quiosques com áreas cobertas, que servem deliciosos petiscos da culinária capixaba.

Porto de Vitória: Principal terminal de transporte marítimo da Capital. Instalado em 1870, juntamente com os prédios do Centro da cidade, forma uma bela paisagem.

Terceira Ponte: Com seus 3.331 m de extensão a Ponte Deputado Darcy Castello de Mendonça demorou 15 anos para ser construída. O vão central com 260m é um dos maiores do mundo.

Planetário e observatório: Localizados no Campus da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), permitem observar imagens de sistema solar e das constelações de uma cúpula de 10m de diâmetro e de 180 graus.

Parque Moscoso: Inaugurado em 1912 e tombado como patrimônio cultural pelo Conselho Estadual de Cultura, tem lagos, árvores e brinquedos infantis em seus 48 mil m². Sua concha acústica é palco de inúmeros espetáculos.

Parque Municipal Pedra da Cebola: Ótimo para caminhadas e contato com a natureza. No local funcionava uma pedreira, transformada em parque graças a uma ação da comunidade. O parque também conta com um espaço cultural, casa de meditação, jardim oriental e mirante sobre um paredão rochoso, utilizado para alpinismo.

Penedo: Com 132 m de altura, servia de ponto de apoio para a defesa da ilha. Fica em Vila Velha, mas faz parte do cenário da baía de Vitória.

Rota Manguezal: Passeios pela baía de Vitória, com saída do Cais do Hidroavião em Santo Antônio. A escuna passa pelos mangues de Santo Antônio, São Pedro, Ilha das Caieiras e Nova Palestina e vai até a Reserva Ecológica do Lameirão.

Panela de Barro: Melhor representação do artesanato capixaba de origem indígena. Uma tradição de 400 anos. Torna mais saborosos os pratos típicos. a base de frutos do mar, como a moqueca e a torta capixaba. A Associação das Paneleiras funciona no bairro de Goiabeiras, e comercializa as panelas.

Viana

Museu Ferroviário: Antiga Estação Ferroviária, construída em 1895.

Casa da Cultura: Funciona em um casarão que pertence à família Lyrio, localizado na sede da cidade, ostenta arquitetura açoriana. Uma das construções mais antigas do Estado, já hospedou o imperador Dom Pedro II.

Marechal Floriano

Cachoeira do Bem-te- vi: Queda d’água com 40m de altura e 10m de largura. No local, há um jequitibá secular, medindo 50m de altura e 8m de diâmetro, com orquídeas e bromélias.

Gruta de Nossa Senhora de Lourdes: Com aproximadamente 1,7m de altura e 4mde largura, é uma espécie de “marquise” onde os fundadores de Santa Maria dormiam no ano de 1879. O abrigo foi também utilizado durante o desbravamento da mata de seu entorno. A gruta guarda a estátua da Santa de Lourdes.

Orquidários: há dois no Município: Nego Plantas e Florabela Orquideas. Vale a pena visitá-las para constatar a vasta quantidade de espécies de orquídeas das matas ao redor da cidade.

Domingos Martins

Sommerfest: Festival da Imigração Alemã, criado em 1987 e realizado do final de janeiro ao inicio de fevereiro. Paralelamente ocorre uma das etapas da Copa Nacional de Canoagem raid Domingos Martins.

Festival Internacional de Inverno: realizado no mês de julho com o objetivo de incentivar o estudo da música. Envolve oficinas de musica, apresentações de músicos famosos e concertos diários.

Igreja Luterana: Construída em 1866, é a primeira igreja evangélica do país a ter uma torre.

Museu Histórico e Casa de Cultura: Retratam as colonizações alemã e italiana e expõe fotos, mobiliário colonial, quadros e objetos trazidos da Europa. Constam de seu acervo documentos e objetos ligados ao mártir Domingo José Martins de cartas e lembranças da visita do imperador D. Pedro II ao Estado.

Fábrica de Violinos: Produz arcos de violinos exportados para os Estados Unidos e para a Europa.

Parque Estadual Pedra Azul: Reserva natural com 1.240ha, compreende várias trilhas e fauna e flora bastante diversificadas. Nele está a Pedra Azul, que se destaca na paisagem com seus 1822m de altura. Inclui ainda a Pedra das Flores, com 1.909m de altura, e a do Lagarto.

Orquidário Kautsky: Reserva florestal, reúne 1.300 espécies de orquídeas e bromélias.

Venda Nova do Imigrante

Festa da Polenta: realizada sempre na segunda semana de outubro. Com três dias de duração, resgata a cultura italiana com danças, músicas e comidas típicas.

Casa da Cultura: Museu com mais de 600 peças que contam a saga da colonização italiana, iniciada em Venda Nova em 1892.

Caxixe Frio: Região de maior produção de morangos e hortaliças do Estado, tem bela paisagem emoldurando o Pico do Forno Grande e a Pedra Azul.

Propriedades de Agroturismo: Opção para conhecer o cotidiano da vida rural. As propriedades, algumas abertas à visitação, produzem queijos, licores, cachaça, socol e café. Na cidade, há também lojas de agroturismo, que fornecem informações sobre o segmento para os turistas.

Morro do Filleti: Com 1.110m de altura, tem rampa para decolagem de asa-delta e parapente.

Fonte: Secretaria de Turismo do Espírito Santo

  
  

Publicado por em

Antonio carlos da silva

Antonio carlos da silva

08/07/2009 21:12:25
queria saber mais sobre a barra do jucu e vila velha es