Tambaú se revela nas cerâmicas e traços religiosos

O grande fator que atrai visitantes para Tambaú é a atuação do Padre Donizetti, que se encontra em processo de beatificação. A religião é o traço mais marcante da cidade, tendo a Paróquia de Santo Antônio como um dos pontos turísticos

  
  
Distante 254 quilômetros da capital, Tambaú obtém grande destaque no turismo religioso

Distante 254 quilômetros de São Paulo, Tambaú tem seu nome vindo do tupi e significa rio das conchas. Conhecida como Cidade da Cerâmica, possui inúmeras fábricas e artigos como telhas, pisos e modelos decorativos. O grande fator que atrai visitantes para Tambaú é a atuação do Padre Donizetti, que se encontra em processo de beatificação.

A religião é o traço mais marcante da cidade, tendo a Paróquia de Santo Antônio como um dos pontos turísticos. Localizada na Praça da Matriz, a igreja teve o Padre Donizetti Tavares de Lima como vigário durante 35 anos.

O Padre Donizetti, como é conhecido, não chegou a nascer em Tambaú, mas sim em Santa Rita de Cássia (MG). Mas por seus conselhos, obras filantrópicas e dons ditos milagrosos, tornou-se a figura mais respeitada da cidade.

A casa em que o padre morou, entre 1926 a 1961, virou um museu onde estão preservados a mobília original e documentos. A residência ainda possui a Sala dos Milagres e também foi criada uma loja de artigos religiosos. Todos os finais de semana o local recebe cerca de 4 mil romeiros.

Outro local bastante visitado é o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. A igreja foi aberta à visitação pública antes mesmo de seu término e hoje guarda os restos mortais do Padre Donizetti.

Já o Caminho da Fé, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, tem como objetivo unir dois grandes polos religiosos do Brasil, Tambaú a Aparecida, e promover o encontro imaginário do Padre Donizetti com a sua santa de devoção Nossa Senhora Aparecida.

Milagres
No dia 16 de março de 1997 foi aberto o processo de beatificação do Padre Donizetti. Entre os dons milagrosos está a história confirmada pelo jornalista e economista Joelmir Betting, que quando menino sofria de gagueira. Depois de tomarem sopa de quiabos na Casa Paroquial, o futuro jornalista nunca mais gaguejou e ainda teve orientações para estudar Sociologia na USP e fazer carreira no jornalismo.

Fonte: Governo de São Paulo

  
  

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