Notícias > Turismo > Turismo nacional >Um deserto repleto de oásis no MaranhãoImpossível não se apaixonar pelo visual de dunas e lagoas do roteiro Lençóis Maranhenses.7 de Julho de 2009. Publicado por Equipe EcoViagem ![]() Dunas e lagoas formadas pela água da chuva criam um cenário paradisíaco no Parque dos Lençóis Maranhenses Impossível não se apaixonar pelo visual de dunas e lagoas do roteiro Lençóis Maranhenses. Uma paisagem que lembra um deserto repleto de oásis numa área de 155 mil hectares, transformada em parque nacional em junho 1981. O portal da obra de arte da natureza é Barreirinhas, município a 255 quilômetros da capital, São Luís. A cidade conta com infraestrutura básica, com hotéis, restaurantes e lojas onde o visitante pode adquirir peças artesanais da palha do buriti, uma das matérias-primas mais tradicionais do Maranhão. Os municípios de Santo Amaro do Maranhão, Paulino Neves e Tutóia também integram a programação. Há duas versões para o nome Lençóis Maranhenses. Os mais pragmáticos afirmam que foi a grande quantidade de lençóis freáticos existente no local que deu origem a ele. Os mais românticos afirmam que foi a visão aérea que inspirou os primeiros habitantes. Pelo alto, a formação disforme das areias em morros dispostos aleatoriamente parece com um imenso lençol desarrumado sobre uma cama gigante. Formado por processos geológicos ao longo de milhares de anos, a região, conhecida como Deserto Brasileiro, reúne dunas, rios, mar, manguezais, além de lagoas de águas cristalinas que se formam no período chuvoso (entre março e julho). Para descer até a foz do rio Preguiças, o turista pode usar lanchas ou “voadeiras”, facilmente contratadas no local. No percurso, paradas obrigatórias para apreciar as dunas, dar um mergulho e visitar comunidades locais, como Mandacaru, onde existe um farol com um visual estonteante da região. Atins oferece o ponto de apoio mais próximo ao Parque dos Lençóis Maranhenses pelo litoral. Caburé destaca-se pela grande oferta de pousadas, com agradáveis chalés, comida saborosa e banhos inesquecíveis. Opção ideal para entrar em contato com a natureza, esquecer todos os problemas do cotidiano e renovar as energias. Douglas de Jesus Castro Lopes – Produção Associada No 4º Salão do Turismo, o mestre artesão Douglas de Jesus Castro Lopes vai representar os artistas locais. Ele usa o talo do buriti para fabricar embarcações e bois-bumbás. Uma técnica repassada de pai para filho a três gerações na família do artista. As mãos habilidosas do artesão munidas com uma faca dão forma ao material. Com varetas, fitas, cola, arame e tecido começam a nascer peças decorativas que representam um pouco do folclore local e das embarcações que fazem parte da história da região. O artista trabalha há 17 anos no Centro de Produção e Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão de maneira a agregar valor ao turismo local. VAQUEJADA DE BARREIRINHAS São Luís São Luís possui casarios distribuídos entre praças, ruas e becos calçados de paralelepípedos, que mantém o traçado original, descortinando um passado de muita riqueza, onde barões e prósperos comerciantes acumularam fortunas. Para garantir a preservação da memória, o Centro Histórico passa por um cuidadoso trabalho de restauração. A ideia é devolver aos bairros do Desterro, Portinho e Praia Grande, os mais antigos de São Luís, grande parte do encanto de antigamente. As fiações são subterrâneas e toda a área foi transformada numa agradável região de passeio. Um cenário típico para o cinema épico. Outros atrativos da região são: Alcântara, uma cidade tombada pelo IPHAN; Raposa, maior colônia de pescadores do Maranhão; e São José de Ribamar; uma cidade balneária, berço da religiosidade maranhense. Para Saber Mais Fonte: Salão Nacional do Turismo |
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