Serra do Curral: montanhas que emolduram Belo Horizonte

Principal fonte de inspiração para o nome de batismo de Belo Horizonte, a serra do Curral serve de moldura para a cidade, com uma extensão de 11 quilômetros e altitude de até 1.390 metros em seu ponto mais alto

  
  
Serra do Curral

Principal fonte de inspiração para o nome de batismo de Belo Horizonte, a serra do Curral serve de moldura para a cidade, com uma extensão de 11 quilômetros e altitude de até 1.390 metros em seu ponto mais alto. As curvas de suas montanhas podem ser vistas de grande parte dos bairros capital e se tornaram um dos motivos de orgulho dos seus moradores. Nos fins de semana, centenas de pessoas visitam o bairro Mangabeiras, no sopé da serra, para passear ou fazer caminhadas. Uma das atrações da região é a praça do Papa, que ganhou este nome depois que João Paulo 2º rezou ali uma missa durante visita ao Brasil, em 1980.

A origem de seu nome é semelhante à de Belo Horizonte, antes conhecida como arraial do Curral del Rey, após a fundação da Fazenda do Cercado, em 1701, pelo bandeirante paulista João Leite da Silva Ortiz. No final do século 19, com a construção da nova capital mineira e conseqüente destruição do antigo arraial, a serra começou a ser valorizada pelas boas condições climáticas e temperatura agradável.

O seu ponto mais alto é o pico de Ferro. A serra faz a divisa de Belo Horizonte, a sudeste, com o município de Nova Lima. Sua formação geológica apresenta rochas ricas em ferro, o que motivou a exploração desordenada de suas jazidas, com impacto ambiental e descaracterização da paisagem. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tombou a serra do Curral em 1960, incluindo o conjunto paisagístico do pico e de sua parte mais baixa e nobre. Em 1991, o alinhamento das montanhas também foi incluído como bem tombado para fins de preservação.

Fonte: Governo de Minas Gerais

  
  

Publicado por em