Google leva internautas a mergulharem virtualmente na Grande Barreira de Coral

Já é possível fazer mergulhos virtuais e ver os recifes, peixes, tartarugas, mantas e toda a biodiversidade marinha da Grande Barreira de Coral, graças a uma parceria entre o Google Maps e a expedição científica Catlin Seaview Survey

  
  
Já é possível fazer mergulhos virtuais e ver os recifes, peixes, tartarugas, mantas e toda a biodiversidade marinha da Grande Barreira de Coral, graças a uma parceria entre o Google Maps e a expedição científica Catlin Seaview Survey

Já é possível fazer mergulhos virtuais e ver os recifes, peixes, tartarugas, mantas e toda a biodiversidade marinha da Grande Barreira de Coral, graças a uma parceria entre o Google Maps e a expedição científica Catlin Seaview Survey.

Imagens panorâmicas da Grande Barreira de Coral, captadas durante a expedição Catlin Seaview Survey ao longo da costa australiana, estarão disponíveis na Internet através do Street View, uma funcionalidade do Google Maps.

"O Catlin Seaview Survey vai captar até 50.000 imagens panorâmicas de alta resolução, a 360 graus. Quando forem todas reunidas, estas imagens vão permitir às pessoas escolher uma localização ao longo da Grande Barreira de Coral, mergulhar no mar e traçar um percurso orientado e virtual", segundo os cientistas responsáveis pela expedição.

Veja o vídeo abaixo:

A Grande Barreira de Coral estende-se por mais de 2300 km e alberga mais de 400 tipos de corais e 2000 espécies de peixes. As equipes vão fazer mergulhos da superfície até 12 metros de profundidade e ainda dos 30 aos 100 metros.

"As pessoas poderão admirar imagens de cortar a respiração ao mesmo tempo que a expedição recolhe dados científicos importantes para compreender melhor de que forma as alterações climáticas estão a afetar os recifes de coral", acrescenta, em comunicado.

Para o Google, parceiro do projeto, este é mais um passo para o seu objetivo de "construir o mapa do mundo mais abrangente, preciso e útil", afirmou em comunicado Brian McClendon, vice-presidente do Google Maps e do Google Earth.

Mas a Grande Barreira de Coral é apenas o início. A seguir, esperam continuar o projeto na reserva marinha da ilha Apo, nas Filipinas, e na baía de Hanauma, no Havai.

"Com as novas imagens subaquáticas deixa de ser necessário fazer mergulho recreativo - ou mesmo saber nadar - para qualquer utilizador poder explorar e sentir os locais subaquáticos mais incríveis de todo o mundo", acrescentou.

O Catlin Seaview Survey vai captar até 50.000 imagens panorâmicas de alta resolução, a 360 graus. Quando forem todas reunidas, estas imagens vão permitir às pessoas escolher uma localização ao longo da Grande Barreira de Coral, mergulhar no mar e traçar um percurso orientado e virtual

"As possibilidades daquilo que estamos prestes a descobrir sobre os recifes de coral são quase infinitas", disse Ove Hoegh-Guldberg, diretor do Instituto de Alterações Globais na Universidade de Queensland e coordenador das expedições.

"O conhecimento sobre como estes ecossistemas ameaçados estão a responder às alterações climáticas é incrivelmente importante, uma vez que 25% das espécies marinhas vivem nos recifes de coral e nas suas proximidades", finalizou.

O Catlin Seaview Survey é o segundo projeto científico do grupo segurador Catlin. O primeiro, o Catlin Arctic Survey, foi realizado entre 2009 e 2011 e estudou os potenciais impactos das alterações climáticas no Ártico.

Fonte: Mergulho Scuba

  
  

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