Viaje de carona e economize para conhecer diferentes lugares

Em tempo de crise que tal economizar viajando de carona e ainda fazer amizades ao redor do mundo?

  
  
Que tal conhecer a Europa de carona? Seus países estão entre os melhores lugares para se viajar de carona, uma prática muito comum no continente.

Viajar pegando carona pode ser uma experiência incrível tanto pela possibilidade de conhecer muitas cidades em uma mesma viagem e gastando menos, como para fazer amizades com pessoas de diversas nacionalidades. De quebra ainda dá para treinar idiomas, sem dúvida um aprendizado ímpar.

Entre os melhores lugares para viajar de carona estão os países da Europa, prática muito comum no continente. É fácil traçar um roteiro para conhecer as principais capitais ou focar em um país e percorrê-lo de norte a sul ou ainda não planejar nada. Os próprios motoristas sugerem lugares diferentes ao longo do percurso e dão dicas sobre cidades que muitas vezes nem são conhecidas e acabam se tornando grandes surpresas.

Sites especializados

Uma viagem de Paris a Bruxelas com duração de aproximadamente 3 horas pode custar na faixa de € 22.

Existem sites que ajudam nessa aventura como o http://www.carpooling.co.uk e o https://www.blablacar.pt, que inclusive se juntaram recentemente e contam com cerca de 15 milhões de usuários.

Depois de se cadastrar é só digitar o trecho desejado e escolher entres as várias opções que aparecem com informações como quantas vagas tem no veículo, avaliação sobre o motorista, lugar da saída e chegada e a tarifa. Depois é só fazer a reserva online, aguardar a aprovação do condutor e esperar o contato dele para combinar a viagem. Por exemplo, uma viagem de Paris a Bruxelas com duração de aproximadamente 3 horas custa na faixa de € 22.

As redes sociais também são grandes aliadas para quem precisa de ajuda, principalmente quando surgem dúvidas inesperadas durante a viagem. As pessoas estão sempre dispostas a compartilhar as experiências e muitas vezes acabam criando uma amizade virtual.

Apesar de não ser um comum viajar de carona pelo Brasil, existem alguns sites especializados por aqui também como o Tripda, o Eco-carroagem, o Caronas, entre outros.

Dicas Importantes

A sinalização, a primeira conversa e os locais onde estão as pessoas pedindo carona são alguns detalhes para se prestar atenção.

Segundo alguns aventureiros experientes a melhor arma se defender é a intuição, se a primeira conversa com a pessoa que parar não gerar confiança, o melhor é agradecer e dar uma desculpa. É imprescindível ter um mapa detalhado da região e os documentos escaneados no e-mail, além de nunca colocar a mochila e pertences no porta-malas do carro.

Já para quem prefere pedir a carona do jeito tradicional, ou seja, esperando nas estradas com o famoso gesto do polegar, algumas dicas são importantes como escrever em uma folha branca o destino que deseja alcançar, dar preferência por esperar a carona em cruzamentos ou curvas nas saídas das cidades ou abordar os motoristas em postos de gasolina, por exemplo. Usar roupas coloridas também ajuda a chamar atenção e para o público feminino a melhor opção é pegar carona de casais ou de mulheres e nunca usar roupas curtas ou justas.

Em algumas rodovias principais é proibido pegar carona, é só ficar atento às placas sinalizadoras. O melhor é procurar as estradas secundárias. E tem países em que o gesto do polegar não é bem visto, na dúvida use apenas a placa com nome da cidade. E por falar em placa, fotografar a placa do carro e enviar para um amigo ou familiar é mais uma dica de segurança, nunca é demais se prevenir.

Economia na Hospedagem

Que tal uma ajuda de pessoas bacanas ao redor do mundo por meio das redes sociais para te receber?

Assim como o esquema das caronas, o viajante pode contar com a internet ou com os amigos “solidários” que encontrar pelo caminho para se hospedar bem mais barato ou mesmo de graça. Um exemplo é o site Couchsurfing, uma comunidade de viajantes no mundo inteiro que faz troca de hospedagem e organiza eventos em mais de 200.000 cidades, promovendo o intercâmbio cultural que vira uma festa.

O interessante é que não é obrigatória a reciprocidade da hospedagem.

  
  

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